Mente Humana

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Como a mente humana funciona? Muitas pessoas faz essa pergunta, e o que é mais interessante é que a mente humana é uma faculdade sensorial da inteligência.

Sua função é captar informações que são armazenadas nos neurônios cerebrais pelos outros sentidos normais do ser humano.

Nossa mente tem condições de captar e imprimir qualquer tipo de informação em uma célula viva. Através de nossa vontade, temos condições de entrar em sintonia com qualquer centro cerebral e levar à consciência a informação que se encontra ali armazenada.

Será Possível Compreender a Mente Humana ?

Será possível para a mente – um produto do cérebro – “compreender-se” até ao fim? Perguntas que muitos pessoas falam.

O ponto de partida é que, a fim de compreender a mente, ou seja, nós mesmos, “nós temos que entender”, escreve Francis Crick- “o cérebro”, ou seja, como as células nervosas e suas moléculas se comportam e como eles interagem.

Nós, diz ele, não somos nada mais do que “um invólucro de neurônios”.

A questão básica, que acreditamos que marcará para sempre a pesquisa sobre o assunto, é se a mente que estuda é capaz de entender como “emerge” do cérebro, já que ela mesma conduz a investigação.

Os neurocientistas autoritários estão conscientes dos limites do estudo da consciência e acreditam que o cérebro humano, a “caixa negra”, “nunca pode explicar completamente as suas próprias operações” (F. A. von Hayek).

As neurociências descrevem e identificam quais áreas do cérebro estão ativas quando, por exemplo, agimos, pensamos ou ouvimos uma peça de música.

Mas a realidade desses estados de espírito, chamados qualia, e sua causa ainda são obscuros.

Como a consciência surge da atividade neural ainda permanece um mistério.

Nisso, em nossa opinião, reside o grande fascínio da pesquisa neurocientífica: o cérebro, inclinado à exploração de si mesmo e da mente, induzido por sua sede inesgotável e imparável de conhecimento.

O pensamento não tem colunas de Hércules escreveu Maria Luisa Spaziani. Dentro do cérebro “continentes inteiros dormem”, o mundo “é para ser criado”.

De acordo com as frequências das ondas cerebrais, os níveis da mente humana estão dentro de três grupos:

3 Níveis Astrais da Mente Humana

Níveis Astrais da Mente Humana-SPA

Níveis Astrais da Mente Humana-SPA

No nível astral, a mente atua no consciente interior, ou seja, limitada ao campo energético do corpo (aproximadamente 7 metros de circunferência em torno do corpo) e em freqüências muito lentas, em baixas vibrações: a freqüência cerebral varia de 0,1 a 8 ciclos por segundo.

A atuação do cérebro nos níveis do plano astral é desenvolvida naturalmente e automaticamente.

Por exemplo, as pessoas atuam no plano astral quando meditam, choram e durante a maior parte do tempo quando dormem.

E fazem isso de forma natural e automática. Neste plano, ocorre a imaginação e a criação, mas não a realização com bastante intensidade ou rapidez.

Ocorre autocura, por exemplo, mas com lentidão.

Uma vez que as frequências cerebrais diminuem, as energias e sua proteção também reduzem, tornando a mente e o corpo vulneráveis às energias negativas – o que não ocorre no nível mental.

Além disso, o plano astral não favorece o desenvolvimento da paranormalidade e evolução mental, pois a mente precisa estar constantemente em níveis acelerados para tal.

1 – Alfa

O nível alfa, é o nível da criação, é quando você relaxa, faz projeções. Podemos usufruir dele tanto consciente como inconscientemente.

Podemos alcançar um relaxamento maior e é onde criamos, pensamos, desejamos, programamos sonhos.

É um estado de sono não profundo, no qual não sonhamos. A freqüência de rotação do cérebro varia de 5 a 8 ciclos por segundo.

2 – Teta

Atingir o nível teta, exige um relaxamento profundo.

É quando a pessoa dorme profundamente e sonha. Nesta freqüência, através da sugestão hipnótica, pode-se realizar cirurgias num paciente, sem anestesia e sem dor.

Em teta, a rotação cerebral atinge de 2 a 4 ciclos por segundo.

3 – Delta

O nível delta, é o nível da inconsciência. Nele somente o subconsciente está agindo. Seria semelhante a um estado de coma, ou nível no qual nos encontramos no mundo espiritual.

Em delta, a freqüência de rotação cerebral permanece na faixa de 0,1 a 1 ciclo por segundo.

Podemos treinar nossa mente a usar qualquer campo sensorial, ou seja, atuar em qualquer uma dessas frequências com a mesma facilidade com que atua nos sentidos de sensações biológicas.

Tudo é apenas questão de treinamento e dedicação. Esses são níveis que exigem concentração em estado de relaxamento profundo para se atingir resultados satisfatórios, a curto ou longo prazo.

São todos níveis em que o cérebro funciona em frequências muito lentas, baixas vibrações.

Isto agora não nos interessa mais, porque nossa mente precisa estar constantemente em níveis acelerados para ficar compatível com as mudanças planetárias.

No nível astral, nós imaginamos, criamos, mas não nos realizamos com bastante intensidade ou rapidez.

A cura, por exemplo, ocorre, mas com lentidão. Você tem proteção, mas pode diminuí-la, se não souber mentalizar direito.

Na nossa vida normal já estamos por bastante tempo no nível astral enquanto dormimos, pensamos, desejamos ou sonhamos.

Este nível atua no consciente interior e é desenvolvido por nós automaticamente. Precisamos desenvolver, portanto, os níveis superiores a beta.

Algumas faculdades mentais podem ser realizadas tanto no astral como no mental, por exemplo: telepatia, clarividência, premonição e energização.

Algumas delas, inclusive, nos permitem a comunicação com entidades e seres de outras dimensões.

Tanto no astral como no mental, os fenômenos e seus efeitos são ilimitados.

A diferença que existe entre eles é muito simples de ser identificada. No astral ocorre a realização dos fenômenos de maneira invisível, quando não podemos ver materialmente a energia atuando no processo, pois ela não sai do nosso campo energético.

Nível intermediário

O nível intermediário, também chamado de estado de vigília é o estado normal das pessoas durante suas ações comuns.

Ele é formado por apenas um único nível de estado, com frequências cerebrais trabalhando em uma velocidade intermediária entre os níveis do plano mental e astral.

Neste plano não são desenvolvidas nenhuma atividade ou fenômeno paranormal.
Beta

Na freqüência beta, ou estado de vigília, estão associados os cincos sentidos físicos: tato, paladar, olfato, visão e audição.

Nela realizamos as ações comuns de nossa vida como falar e pensar, enfim, passamos o dia em beta.

Ela é o ponto intermediário entre os planos astral e mental.

Neste nível, a frequência cerebral varia de 9 a 14 ciclos por segundo.
Nível mental

No nível mental, a mente atua no consciente exterior, ou seja, além do campo energético do corpo (que tem aproximadamente 7 metros de circunferência em torno do corpo), permitindo, por exemplo, emissão de energia, realização de efeitos físicos, atuação na matéria ou mente de outras pessoas à distância.

Por ser um nível raramente estudado, existem poucos paranormais de efeitos físicos em todo o mundo, que são aqueles capazes de deixar a mente em estado de concentração alterada e realizar fenômenos físicos.

Jesus Cristo é um exemplo de paranormal que atingiu 100% da sua capacidade mental, deixando como legado o exemplo o uso de níveis mentais para realizar efeitos físicos e provocar a autocura rapidamente, pois neste nível a mente funciona em ritmo acelerado e os resultados são instantâneos.

“Em verdade, em verdade vos digo: Aquele que crê em mim, esse também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas.” (João, 14: 11 a 13).

“Basta ser sincero e desejar profundo, você será capaz de sacudir o mundo.” Raul Seixas

Capacidade da Mente Humana

Desejar profundo, em níveis mentais, significa desejar alguma coisa sem duvidar de sua realização. Significa trazer esta coisa para perto, imaginar-se dentro dela, usando-a conforme o caso, ver materialmente o objetivo ou circunstância já fazendo parte de sua vida, sendo algo já conquistado e definitivo.

Isso deve ser feito em estado de total consciência, sem relaxamento, o que significa que sua mente estará em estado de concentração alterada.

Os níveis acima de beta são caracterizados pelas altas frequências cerebrais, para elevação de vibrações e são esses níveis que iremos trabalhar, no seu desenvolvimento.
Mental superior

No nível mental superior (logo acima de beta) ainda acontecem algumas realizações do astral como o desejo, a projeção e a telepatia.

As ações permanecem a nível do consciente interior, ou seja, nosso subconsciente não emite energia para além do campo energético do nosso corpo.

O campo energético interno tem um raio de ação de seis a sete metros de circunferência, tomando nosso corpo como centro.

Este é o raio de ação que se vai alcançar no mental superior. Até mesmo a telepatia, a uma distância maior, não deverá funcionar satisfatoriamente.

Preparamos nossa mente neste nível para programar sonhos, interpretá-los, ativar a percepção e os poderes extra sensoriais.

Também para alcançar uma preparação para o início da realização de fenômenos paranormais.

No mental superior a rotação cerebral varia de 15 a 20 ciclos por segundo.

O desejar profundo, em nível mental, significa desejar alguma coisa sem duvidar de sua realização.

Trazer esta coisa para perto de você, imaginar-se dentro dela usando-a, conforme o caso. Ver materialmente o objetivo ou circunstância fazendo parte de sua vida, sendo algo já conquistado e definitivo.

Isso deve ser feito em estado de total consciência, sem relaxamento, o que significa que sua mente estará em estado de concentração alterada.
Mental físico

No nível mental físico realizamos fenômenos físicos como entortar metais, levitar objetos, influenciar pessoas, transmitir mensagens telepáticas com grande eficiência, causar sensações em outras pessoas ou mudar o sentimento e o pensamento delas de forma benéfica.

O cérebro apresenta uma rotação de 21 a 26 ciclos por segundo.
Mental dimensional

O nível mental dimensional é aquele no qual se trabalha com dimensões diferentes das que vivemos normalmente.

Neste nível podemos realizar transmutações, materializações ou desmaterializações de objetos e até mesmo de nosso corpo. É um nível ainda bem pouco explorado.

Nele podemos realizar viagens por outras dimensões com nosso corpo físico. A esse nível, o cérebro estará com rotação de 27 a 32 ciclos por segundo.

Acima de 17 ciclos por segundo, os resultados só são positivos. A energia cósmica, a este nível só pode ser usada positivamente ou, no máximo, pode ficar neutra, nunca negativa, e nossa aura amplia.

Quando estamos no astral podemos ficar vulneráveis, a vibração baixa e a energia deste nível pode ser usada negativamente.

O campo energético pode baixar, não só na meditação, mas também quando a pessoa chora ou dorme, pois a aceleração de suas frequências cerebrais diminui, assim como a energia e, logicamente, a sua proteção. Assim, pensamentos negativos, vibrações negativas não só de pessoas, como também do ambiente, influenciam a aura dessa pessoa, podendo absorvê-los.

Temos então de trabalhar a energia vibracional. Quanto mais a pessoa se desenvolve, faz exercícios e utiliza adequadamente sua energia, mais a vibração vai se acelerando.

Os estímulos emocionais e sexuais, quando utilizados de forma apropriada, facilitam muito na ampliação do nosso campo energético.

Mas a aceleração das frequências cerebrais não pode ser feita aleatoriamente, deve ser da forma adequada para cada um, com orientações e técnicas corretas.

Podemos subir a aceleração, mas dentro de uma escala evolutiva, dentro de determinadas regras, com exercícios apropriados para que a pessoa não se prejudique.

Também é importante ressaltar que se uma pessoa está com sua vibração acelerada, seu campo ampliado, as pessoas à sua volta entrarão em sintonia e, em conseqüência, serão também equilibradas.

Mental energético

Nesse nível, a frequência cerebral está acima de 32 ciclos por segundo.

Fisiologia da Mente Humana

Fisiologia da Mente Humana-SPA

Fisiologia da Mente Humana-SPA

Para Kandel, o reducionismo ou fisicalismo da neurociência não é uma filosofia sobre a qual discernir, mas um método.

O que serve para clarificar a relação entre a matéria do cérebro e a vida mental. Idéias, humores, valores, planejamento, sensações, qualidade: tudo é trazido de volta aos mecanismos físico-químicos.

Um pré-requisito para a neurociência, de fato, para Kim, é que “deve haver uma correspondência explícita entre cada evento mental e seus correlatos neurais (NCC).

A redução de eventos mentais a eventos de matéria cerebral, portanto, envolve a identidade entre mente e cérebro.

Os correlatos neurais da consciência e da mente (Correlatos Neurais da Consciência) são eventos – Gary- notas – parcialmente genéticos, parcialmente ambientais e parcialmente estocásticos.

Cada experiência modifica o cérebro e a mente (Steiner). O nosso ego é um “tornar-se em mudança perpétua”. Mesmo a visão do mundo, temos mudanças.

O homem – observa Plessner – vive “a imediatez do que faz a impulsividade de seus estímulos, todos os aspectos primordiais de sua presença viva, a possibilidade de escolha, mas também a irracionalidade do afeto e do instinto”. Um mecanismo cerebral “determina” uma escolha, outro “faz você se sentir” arrependido pelo erro ou alegria da confirmação.

O cérebro humano até agora é o “objeto mais problemático do mundo (James) e faz de nós quem somos”.

Todos nós possuímos – escreve LeDoux – os mesmos sistemas cerebrais e até mesmo o número de neurônios é quase o mesmo em cada um de nós.

No entanto, a forma particular como esses neurónios estão ligados é diferente. E esta “singularidade” é em síntese o que nos faz ser quem somos.

Um erro na distribuição dos neurônios pode levar a retardo mental, epilepsia, paralisia.

Ansiedade, uso de drogas e drogas, doenças infecciosas ou metabólicas da mãe podem então afetar a neurogênese e migração de neurônios no cérebro do feto.

Progressos importantes foram feitos através do método de visualização de áreas do cérebro, que permite “localizar” a consciência dentro do cérebro, ou seja, permite estudar o cérebro quando ele está ativo.

O limite da técnica não é revelar o que acontece nas áreas ativas.

A neurociência concorda que o cérebro já está estruturado no nascimento e que com as estruturas cerebrais é transmitido geneticamente conhecimento inato.

Foi uma descoberta importante que os macacos têm medo de cobras na primeira vez que as vêem.

A percepção, no entanto, é mais um processo de “criação do que de conhecimento, porque – explica Edelman – “seleciona” e “fortalece” as estruturas nervosas congruentes com o ambiente.

Que, como dissemos, “modifica” a estrutura do cérebro (plasticidade do sistema nervoso).

Um dos mecanismos de interação com o mundo exterior e com a nossa vida interior é constituído pelos neurônios espelho (neurônios que são ativados tanto quando observamos uma ação quanto quando fazemos a mesma coisa) e pela empatia, que é a participação emocional no que acontece ao nosso redor, como a alegria ou o sofrimento.

Acredita-se também que uma insuficiência dos mecanismos dos neurônios espelho está na origem do aparecimento do autismo.

O cérebro, portanto, cria o mundo em que vivemos. A vida mental e a consciência são “acessíveis” à nossa introspecção na forma de autoconsciência, mas não temos consciência da maior parte da actividade cerebral.

Neste momento, estamos a enfrentar desafios incríveis, que podemos se perguntar:

  • Qual é a natureza do cérebro que pensa?
  • Como pode a matéria (o cérebro) “gerar” diferentes individualidades entre si?
  • É possível esclarecer em termos físico-químicos e neurais o que significa ser “consciente”?
  • A que mecanismos se deve a autoconsciência. E qual é a natureza da mente?

Digamos, em primeiro lugar, que as neurociências, ao identificar a mente e a consciência com o cérebro, evitam enfrentar e finalmente resolver o problema antigo e irritante da relação mente-cérebro, tentando compreender a mente e a consciência numa realidade física.

Uma vez que a mente tenha sido incluída entre os eventos do mundo natural, “devemos – argumenta McGinn – encontrá-la como um lugar”.

Mas se a mente é um mecanismo eletroquímico, não é livre para “escolher” entre diferentes opções. E se as decisões são tomadas pelo cérebro, que é precisamente um objeto físico que, portanto, obedece às leis físicas, a vontade não é livre.

Então, em que sentido somos responsáveis?

Como se pode deduzir, caímos no velho e complexo dilema da causalidade mental e do livre arbítrio. O problema – comenta Nozick- “é tão intratável, tão refratário a uma solução clara que temos que enfrentá-lo de muitas direções diferentes”.

E, no entanto, nenhuma das abordagens e nem mesmo o conjunto de todas as abordagens possíveis – acrescenta – “provará ser completamente satisfatória”.

Segundo Gazzaniga, as bases sobre o que é lícito e o que não é lícito são “inatas” e transmitidas pelo cérebro que tem uma estrutura “pré-formada”, mas que, no entanto, também é capaz de se modificar com a experiência.

Neste modelo heurístico nasceu um campo de estudo frutífero, que tem como base o conceito de “neurotihics”, termo introduzido em 2003 por W. Safire.

A sua concepção baseia-se nos seguintes pressupostos: 1. O sentido moral está “ligado” à fisiologia dos centros cerebrais e é “regulado” pela “moralidade universal” ligada às estruturas cerebrais comuns a toda a humanidade; 2.

Estudos recentes realizados com a visualização cerebral mostraram que, na execução de decisões de natureza ética, existem áreas ativas não só frontais e orbito-frontais, mas também temporais e parietais.

Essas decisões são então influenciadas mais pela área afetivo-emocional do que pela lógica. A moralidade – escreve Hauser – seria, portanto, um conjunto de instintos morais, “uma gramática moral universal” comum a todos os homens.

Conceito que corresponde ao Daimonion de Sócrates e Platão, ao conhecimento inato da moralidade e da matemática de Leibniz, à lei moral dentro de nós de Kant e à linguagem universal de Chomsky.

Mas o homem – aponta Gazzaniga- também é capaz de “horrível imoralidade”, como “intrinsecamente violento, amoral e tolo”, provido como é de um “cérebro reptiliano” (Mac Lean), um impulso destrutivo e mortal (Tanathos) como o correspondente anátomo-fisiológico dos Es de Freud, que é dos instintos primordiais.

Uma realidade que Paul Mac Lean, um dos maiores estudiosos da neurofisiologia moderna, verificou cientificamente e que Platão tinha intuído.

Outro testemunho – escreve Raffaello Vizioli- que “o acontecimento humano (o cérebro) é diacrônico e sincrônico”.

O conhecimento atual ainda não mostrou que a partir da atividade eletroquímica dos neurônios e áreas cerebrais é possível deduzir quais são os conteúdos da mente e da consciência.

“Você é apenas um monte de neurônios”, escreveu Crick. Mas omite perguntar-se – observa Benin – quem somos nós que devemos entender como funciona o “pacote de neurônios” que somos, se não células nervosas, outros pacotes de neurônios, numa regressão ao infinito.

Daí a impossibilidade de esclarecer a “contradição entre a natureza rigidamente “determinada” da vontade de acordo com a concepção naturalista da neurociência, nosso sentir-se livre e forçado se a escolha nos for imposta.

O livre arbítrio, como aspecto da causalidade mental, é um acontecimento que “escapa à mente investigadora” (de Caro).

O problema, não resolvido e provavelmente insolúvel, é como a mente surge da matéria do cérebro. Reduzir a espiritualidade à matéria é uma questão intemporal para nós destinada a envolver duramente neurocientistas, escritores e poetas.

Apesar dos neurônios espelho, as neurociências apontam que não é possível alcançar o Ego do outro porque é impossível alcançar o próprio.

De fato, a pesquisa sobre a mente é baseada na introspecção e, como dizem os neurocientistas, nunca seremos capazes de “compreender” e “penetrar” nossa própria consciência e a dos outros, ou seja, a qualia, os estados de espírito com suas correlações neurais e físicas.

Mistérios destinados a ficar tão longe de nós mesmos. Quem é a pessoa, mesmo a mais querida, que está diante de nós, talvez nunca saberemos.

Na realidade, precisamente porque o limiar da mente e da consciência está longe de estar “quebrado”, há um interesse crescente entre os neurocientistas em superar esses obstáculos que agora parecem intransponíveis.

Recentemente, os neurocientistas americanos assinaram um documento para acompanhar a Década do Cérebro, que terminou em 1999, uma Década da Mente, porque você estaria perto de “entender” como a mente pensa, percebe e age. A neurociência enfrenta desafios incríveis e maravilhosos.

Apoiado pela sede inesgotável de conhecimento do cérebro, que dá força ao fascínio da pesquisa. O cérebro não tem fronteiras, é ilimitado, não tem colunas de Hércules o pensamento…

Referencia – ufologiabr.com.br/pesquisas/como-funciona-a-mente-humana-os-niveis-mentais#tc-comment-title

Conclusão

Então é isso. Esperamos que nosso artigo sobre a Mente Humana, tenha sido útil para você.

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